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Sindicalistas lançam campanha de resistência à Reforma Trabalhista.

September 13, 2017

A proposta visa promover manifestações em praças públicas contra a retirada de direitos e distribuir material com informações sobre o impacto que a Reforma Trabalhista vai causar à classe trabalhadora.

 

 

Sindicalistas, representantes de organizações sociais e classistas, além de juristas participaram nesta terça-feira (5), em Brasília, do lançamento da campanha Movimento Resistência Por Um Brasil Melhor, do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST). Ao abrir o evento, o coordenador do FST, Artur Bueno de Camargo, destacou que não dá para aceitar uma “reforma” que o governo enviou para o congresso e aprovou através do tomá-la, dá cá, que mexe com a vida e a família da classe trabalhadora. Ele destacou que o movimento sindical desenvolve um trabalho fundamental, mas cada um na sua categoria, por isso é importante unificar a luta dos trabalhadores.

Para o diretor técnico do DIEESE, Clemente Ganz Lúcio, a campanha precisa estar balizada em três eixos: ação sindical permanente; enfrentamento da mudança que ocorre no mundo e está em curso no Brasil e confronto direto com as empresas que querem criar condições para reduzir o custo do trabalho. Segundo ele, há no mundo uma mudança profunda na organização econômica, na atividade produtiva e no comando da produção econômica. Ele informou que das 43 mil grandes empresas multinacionais do mundo, cerca de 780 controlam 80% dos ativos econômicos, e 100 destas são comandadas pelo setor financeiro, que controla metade desses ativos.

Clemente Ganz afirma que pesquisadores da Organização Internacional do Trabalho (OIT) constataram que entre 2008 a 2014 foram feitas 642 reformas trabalhistas em 110 países no mundo. Ele acrescenta que o Brasil é mais um país que faz uma profunda reforma trabalhista, cujo objetivo é flexibilizar a legislação e a negociação. Para Ganz, essa mudança visa integrar o país a um sistema de reestruturação mundial do custo do trabalho. “A ideia é adequar o custo do trabalho a uma nova ordem econômica. Essa não é uma reforma qualquer, não veio para ser derrotada a curto prazo”, completou.

Ele frisa que esse mundo de trabalho altera profundamente a forma de contratação e a legislação. Para o diretor do DIEESE, a proposta além de fragilizar os direitos, pretende criar uma flexibilidade na jornada de trabalho e nos salários. Clemente Ganz alerta que a reforma é uma armadilha contra os sindicatos, que passaram a ter mais poder de negociação, mas, no entanto, estão empoderados para reduzir os direitos dos trabalhadores autorizados pela lei. “E se o sindicato não quiser reduzir direitos, a empresa poderá constituir uma comissão de representação antissindical, que poderá substituir a entidade de classe. Esse é o novo jogo que começa a vigorar em novembro”, concluiu Ganz.

O diretor do DIEESE ressalta que ao acabar com o custeio e ao retirar das entidades de classe o direito de negociação, a reforma acaba com o escudo protetor do trabalhador que é o sindicato. Ganz afirma que essa manobra está sendo feita sob o argumento de que os trabalhadores estão sendo libertados, mas na verdade estão escravizando a mão de obra. “Os mesmos trabalhadores que hoje comemoram o fim do imposto sindical vão perceber num futuro próximo que essa libertação é um engodo”, citou.

Clemente Ganz disse que os trabalhadores precisam dar uma resposta à altura aos ataques do capital estrangeiro. Ele defende o investimento no trabalho de base e na unidade política da classe trabalhadora:

Precisamos produzir informações e conhecimento para denunciar a precarização da mão de obra que vai ocorrer com a reforma trabalhista. Temos que reconquistar o diálogo com os trabalhadores que vão viver esse tormento. Acredito que no primeiro momento os sindicatos vão receber críticas, porque isso faz parte de uma estratégia de desmonte da luta dos trabalhadores, mas com o tempo as categorias organizadas ultrapassarão mais essa barreira. Os sindicatos terão que se reestruturar para o enfrentamento com as empresas. Se as empresas se articulam, os sindicatos precisam se unir e aprender a tolerar e a respeitar as diferenças de opinião e visão.


AÇÕES

 

Ao lançar o movimento antirreformas, o coordenador Nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores, Artur Bueno de Camargo, informou que a instituição vai promover atos públicos em várias regiões do país para conscientizar a sociedade e desenvolver uma política que atenda aos anseios do povo. No material que será distribuído, o FST vai incluir os nomes dos parlamentares que votaram contra o povo e a favor da reforma. “Vamos mostrar o outro lado da moeda. Vamos trabalhar também em cima da reforma previdenciária. Para o Fórum não há justiça social com essa composição do congresso e o presidente da República. Construiremos um país com governo e Congresso governando pelo bem-estar de cada cidadão”, finalizou.

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